No início do mês, parte da equipe do setor de Oncologia da instituição participou de uma vivência de remo junto ao projeto social Panapaná Dragon Boat, com o objetivo de conhecer, na prática, uma das experiências proporcionadas às pacientes por meio do esporte.
A atividade colocou os profissionais no mesmo lugar ocupado pelas remadoras, proporcionando um novo olhar sobre uma modalidade que reúne superação, acolhimento e parceria. O momento também reforçou a importância da união e da sintonia, mostrando que, assim como no barco dragão, quando todos seguem na mesma direção, a jornada se torna mais leve.
O Panapaná Dragon Boat é a primeira equipe de canoagem em Dragon Boat da região Sul do Rio Grande do Sul formada por mulheres sobreviventes do câncer de mama. O projeto utiliza o remo como ferramenta de fortalecimento físico e emocional, reabilitação e integração social.
A relação com a instituição é ainda mais significativa pela presença de pacientes que estiveram ou ainda estão em acompanhamento oncológico, além de colaboradoras. Referência no cuidado oncológico regional, a instituição apoia a iniciativa e já contribuiu com ações como a entrega de uniformes e a participação das remadoras no festival “Latinoamérica en Rosa”, em Brasília.
O nome Panapaná tem origem tupi e significa “bando ou nuvem de borboletas”, representando transformação e recomeço. Já o barco Monarca, utilizado pela equipe durante a atividade, simboliza a força, a resistência e as mudanças vividas por essas mulheres.
A vivência reforçou que o cuidado em saúde vai além dos atendimentos e procedimentos, sendo também construído por meio da escuta, da empatia e dos vínculos. A atividade será realizada em outros momentos com integrantes da equipe da Oncologia, fortalecendo a conexão entre profissionais e o projeto.