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Equipes realizam cirurgia de captação e doação de órgãos na Santa Casa do Rio Grande

〰️ Na tarde desta quarta-feira, 13, foi realizada, no Bloco Cirúrgico do Hospital de Cardiologia e Oncologia da Santa Casa do Rio Grande, mais uma cirurgia de captação e doação de órgãos.

O procedimento foi executado por meio da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT) e da Organização de Procura de Órgãos (OPO 5 e 7), em parceria com as equipes cirúrgicas das Santas Casas de Porto Alegre e Rio Grande.

A captação foi procedida em um paciente de 50 anos que teve diagnóstico de morte encefálica. Foram retirados fígado, rins e pulmão. Ao todo, cerca de cinco (5) potenciais receptores ativos da fila de espera da Central de Transplantes receberão os órgãos.

Estavam envolvidos na intervenção cirúrgica os cirurgiões, Dr. Juliano Martini e Dr. Stephan Adamour Soder, residentes Dr. Felipe Fachin (da Santa Casa de Porto Alegre), o anestesiologista Dr. Luiz Meirelles, a residente de anestesia, Dra. Aline Kusumota, a residente de cirurgia geral, Dra. Ana Paula Diogo, instrumentadores Graciliane dos Santos e Nicoly Freitas, técnica de enfermagem circulante Eloísa Carvalho, enfermeiras Aretuza Pinto e Andrea Contreira (todos da Santa Casa de Rio Grande), e enfermeira Maria Anobes Fagundes (da OPO 7/POA).

A equipe de Porto Alegre (cirurgiões e enfermeira da OPO7) veio de avião da capital até o município para realizar a captação e foram escoltados pela brigada militar e guarda de trânsito em todo o deslocamento, tanto na chegada, quanto no retorno (onde transportavam os órgãos para transplante nos receptores).

O protocolo de doação foi coordenado pelas enfermeiras da CIHDOTT/OPO5, Joceler Silva e Emmeline Pinto, com suporte do Dr. Bruno Martinelli (coordenador da CIHDOTT) enfermeira Larissa Matheus (OPO5).

Segundo a Coordenadora da OPO 5, Dra. Fernanda Dias Almeida, nos últimos anos, houve um expressivo aumento no número de negativas familiares, o que torna inviável a realização do procedimento, mesmo quando há oportunidade.

“Essa negativa ocorre por muitos motivos mas, um deles, acredito que o principal, é não saberem a vontade do ente querido… isso acaba contribuindo com um aumento importante nas filas de espera por um transplante. Nós, enquanto OPO5, enfatizamos a importância das pessoas conversarem com seus familiares sobre a sua vontade. Doar órgãos é deixar a vida continuar em outra pessoa, é um lindo ato de amor”, comenta a Dra.
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〰️ Como resultado da captação e doação de hoje, pelo menos cinco (5) pessoas foram beneficiadas. Se você tem interesse em ser doador, o momento de avisar sua família é agora, eles falarão por você quando for o momento.

Dizer sim a doação de órgãos é dizer sim para a vida!

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